O
mergulho recreacional é uma
atividade segura desde que seja
bem planejada e praticada dentro
dos limites pessoais de cada um.
Mesmo assim, como acontece em outros
esportes radicais, há riscos
que podem ser prevenidos e minimizados.
Imprevistos
acontecem e é preciso estar
preparado para reagir. Através
dos cursos você aprende como
lidar com situações
de emergência.
Confira
algumas dicas para minimizar riscos
debaixo d'água:
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Crie
o habito de planejar seus
mergulhos. Depois siga-o; |
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Informe-se das
características do local
do mergulho; |
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Verifique
o o-ring da torneira do cilindro
antes de montar seu equipamento.
Depois, cheque as conexões
e certifique-se que
não exista vazamentos;
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Respire
nos dois reguladores ainda
na superfície;
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Preste
atenção no briefing
do divemaster; |
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Não
esqueça da checagem
pré-mergulho (CCPAA);
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Mantenha
distância segura de
seu dupla; |
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Nunca
abandone seu companheiro nas
paradas de segurança; |
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Verifique
com freqüência
o volume de ar do seu cilindro
pelo manômetro; |
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Mantenha
em dia a manutenção
dos seus equipamentos; |
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Respeite
a profundidade permitida e
o tempo de fundo; |
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Seja
sincero com você. Respeite
seus limites! |
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A
pressão é outro problema
bastante enfrentado por mergulhadores
recém certificados. No mergulho,
a pressão aumenta a uma taxa
constante a cada 10 metros, e isto
pode causar diversos efeitos nos
espaços aéreos do
nosso organismo. Estamos falando,
principalmente, dos pulmões,
cavidades nasais e o ouvido médio,
que são diretamente afetados.
Há
também o risco das chamadas
doenças descompressivas,
relacionadas à absorção
inadequada de substâncias
como o nitrogênio. Este tipo
de doença pode acometer o
mergulhador que não observa
as tabelas de descompressão
recomendadas para o tempo distendido
nesta atividade. A profundidade
alcançada no mergulho acaba
se manifestando com dor nas juntas
e sintomas neurológicos,
tais como paralisias de partes do
corpo.
Mergulhar
em grupo ou em dupla, respirar continuamente
debaixo d'água, equalizar
os ouvidos durante a descida, evitar
subidas rápidas, respeitar
as tabelas de mergulho e, acima
de tudo saber os seus limites, é
a chave para um mergulho seguro.
Fonte: http://www.mergulhomania.com.br/
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